“Bitcoin é uma arma de guerra cibernética”, diz Major da Força Espacial dos EUA

Gustavo Bertolucci
Gustavo Bertolucci
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.
4 min de leitura
Major Jason Lowery, da Força Espacial dos EUA. Reprodução/Twitter.
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O major Jason Lowery, pesquisador bolsista do MIT na Força Aérea Espacial dos EUA, acredita que seu país deve começar a minerar bitcoin como uma estratégia de defesa nacional.

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Autor do Best-Seller “Softwar“, atualmente entre os livros mais vendidos da Amazon, o major entendeu que o uso da moeda digital pode tornar seu país uma potência mundial com mais segurança.

Em guerras futuras, por exemplo, será comum que um país ataque o outro por vias cibernéticas, daí o nome do livro.

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Publicamente, nesta sexta-feira (31), o major declarou que não lucra com a venda de seus livros, fruto de uma pesquisa com bolsa, e que seus pensamentos sobre o bitcoin são voluntários. Além disso, ele pede que livros dele, vendidos em feiras de bitcoin, tenham a renda revertida ao financiamento de desenvolvedores da moeda digital.

“Apenas como uma nota lateral. Não ganho lucro com a venda de livros e tenho um emprego de tempo integral que não está relacionado a Bitcoin. Tudo o que você vê no twitter é essencialmente meu voluntariado.”

https://twitter.com/JasonPLowery/status/1641792726550151173

Entenda por que os EUA deveriam minerar bitcoin como estratégia de defesa, segundo major da Força Espacial

Confirmado como um militar dos EUA, segundo o Politico, um país que hoje detém a força militar e econômica do mundo, Jason Lowery tem criado polêmica com seu livro.

Isso porque, ao defender o bitcoin como estratégia nacional, o major apresenta uma forma alternativa a praticada pelos EUA nos últimos anos.

Caso o país adote instalações de mineração de bitcoin, ele poderá receber valores como recompensa dos blocos e por taxas pagas pela rede. Assim, a tese do major espera o governo norte-americano inclua o bitcoin na 2.ª emenda, colocando ele como uma arma de defesa importante a toda população.

Com isso, caso as pessoas quisessem minerar bitcoin em suas residências, também teriam autorização para isso, florescendo toda uma indústria legalizada no país.

Major Jason Lowery
Major Jason Lowery. Crédito: Amazon.

Além de minerar, país deve ter reserva em bitcoin

Recentemente, o pesquisador do MIT declarou inclusive que os EUA tenham bitcoin como reserva de valor, para conter desconfianças quanto ao futuro do Dólar.

Até a proteção de rotas de dinheiro na rede bitcoin passa pela ideia do major, que aparentemente tem defendido que as pessoas estudem a tecnologia bitcoin e percebam o quão importante ela pode se tornar no futuro, ainda mais com o crescimento da economia digital.

Vale lembrar que, em 2021, o militar destacou que o bitcoin defende o patrimônio das pessoas sem o fator sangue humano, ou seja, acaba com guerras pelo dinheiro.

Ao que tudo indica, a mineração de bitcoin pelo Governo dos EUA ainda não é uma realidade próxima, visto que o país segue adotando cautela com o assunto. Recentemente a Casa Branca atacou as criptomoedas em novo relatório econômico anual, dizendo que a tecnologia “não serve como dinheiro”.

MARCADO:
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.
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