Banco Inter publica estudo sobre criptomoedas

Gustavo Bertolucci
Gustavo Bertolucci
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.
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Banco Inter em tela de celular ao lado de lupa
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O Banco Inter publicou um estudo ao público sobre as gerações das criptomoedas no mercado, sendo o Bitcoin a primeira e mais importante.

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No Report sobre criptomoedas do Banco Inter, o material deixa claro que tudo começou com o Bitcoin, uma moeda digital que “tem se mostrado bastante resiliente nos últimos 12 anos desde seu surgimento“.

O Inter destacou que o Bitcoin tem uma alta volatilidade no mercado, mas acabou cumprindo com sua principal função. Este relatório ainda destaque a principal criptomoeda é uma das mais seguras do mundo, sendo parte da primeira geração do mercado.

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“Os desenvolvedores do Bitcoin foram pioneiros ao criar um sistema de pagamentos descentralizado, isto é, que não dependesse da confiança em terceiros, e sim de poder computacional gerado pela rede como um todo”.

Segunda geração das criptomoedas

Segundo o Banco Inter, a segunda geração das criptomoedas já marcou um momento do mercado visualizar novas aplicações na blockchain além das transações. Ou seja, o uso de contratos inteligentes e oráculos acabaram marcando esse movimento, que deram início aos DeFis e NFTS, por exemplo.

“Um exemplo seria permitir que você envie recursos para seu amigo se, e apenas se, hoje for quarta feira. Apesar de extremamente simplista, este exemplo demonstra bem qual era objetivo dos idealizadores da segunda plataforma mais famosa, a Ethereum”.

Os principais projetos que o Banco Inter deu destaque nesta geração foram Ethereum e Chainlink, referências em contratos inteligente e oráculos, respectivamente. Contudo, apesar do sucesso dessa geração, o estudo acredita que já há uma terceira evolução.

Cardano pode marcar a terceira geração do mercado de criptomoedas

Na visão dos especialistas do Banco Inter, a terceira geração de criptomoedas chega com a Cardano, que poderá ser pioneira em aplicações em blockchain.

“Cardano é mais maleável e permite mudanças no protocolo de forma mais simples e menos burocrática”.

Para o estudo, a possibilidade da Cardano ser a internet das blockchain é uma característica que chama bastante atenção para este projeto, um dos que mais se valorizou em 2021, atrás apenas da Solana.

Outro projeto que o Banco Inter destacou foi a Polkadot, que também pode ser considerado um projeto promissor da terceira geração das criptomoedas.

O estudo lembrou, por fim, que as próximas gerações de criptomoedas deverão trazer inovações a mais no mercado. Vale lembrar que o Banco Inter já permite que seus clientes tenham acesso a investimentos com criptomoedas, como ETFs listados na B3 e fundos de investimentos de empresas do mercado.

Nesta segunda-feira (20), o BTG Pactual foi o primeiro banco a permitir investimentos diretos em criptomoedas, através de uma plataforma própria. Esses movimentos demonstram que os bancos seguem interessados em explorar o setor das criptomoedas, criando formas de investimentos neste setor.

Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.