Minerador de criptomoedas morre após ser eletrocutado pelo próprio equipamento

Matheus Henrique
Matheus Henrique
Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias...
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Um minerador de criptomoedas de apenas 26 anos morreu após ter sido eletrocutado pelo seu próprio equipamento de mineração. De acordo com o site The Pattaya News, o jovem sabia que havia um defeito nos equipamentos e já tinha contratado um eletricista para corrigir o defeito.

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O incidente aconteceu na manhã desta quarta-feira (21), em Na Jomtien, Tailândia. O jovem foi atendido ela unidade de resgate, mas já estava morto quando a equipe chegou.

A vítima, identificada apenas como Srº Danai, foi encontrado sem camisa em cima do equipamento de mineração. A notícia também destaca que o irmão da vítima, chamado apenas de Srº Apiwat, falou que seu irmão estava ciente de um curto circuito em seu equipamento e que ele teria chamado um eletricista para reparar.

O eletricista, que não foi identificado, chegou na casa de Danai durante a manhã e encontrou o corpo do cliente em cima dos equipamentos.

Não se sabe exatamente o que aconteceu, mas as autoridades acreditam que ele tenha sido eletrocutado ao tentar consertar o equipamento por conta própria.

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Ainda de acordo com o The Pattaya News, o corpo de Danai será levado até um templo local para cerimonias religiosas e ritos antes de ser cremado.

Os equipamentos de mineração, tal como os computadores, utilizam fontes e diferentes peças de hardware que garantem a segurança de todo o componente, caso esteja funcionando de forma correta.

Mesmo com 27v, qualquer equipamento eletrônico oferece risco de choque elétrico, até mesmo fontes de celulares de baixa voltagem.

Com isso em mente, o destino de Danai foi uma grande infelicidade e um incidente evitável e trágico.

Operar mineradoras, desde que de acordo com as normas e especificações do fabricante, deve ser uma atividade segura e que não oferece riscos imediatos aos operadores.

Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias disponíveis no mercado. Interessado no Bitcoin, na blockchain e nos avanços da descentralização e seus casos de uso.