Qual criptomoeda de privacidade é a preferida dos investidores?

Paulo Carvalho
Paulo Carvalho
Jornalista em trânsito, escritor por acidente e apaixonado por criptomoedas. Entusiasta do mercado, ouviu falar em Bitcoin em 2013, mas era que nem caviar, "nunca vi,...
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Quando o assunto são criptomoedas de privacidade, Monero, Zcash e Dash são a resposta. Essas altcoins oferecem total ou parcialmente transações em que os dados são completamente sigilosos. Isso significa que as transações jamais podem ser rastreadas.

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Com um crescimento por esse tipo de transação envolvendo criptomoedas, uma pesquisa revelou qual das três é a preferida entre os investidores.

Transações com privacidade total dos dados é um assunto controverso no mercado de criptomoedas. Embora muitos apontem que é necessário que existam tais transações, redes e criptomoedas voltadas para o anonimato nem sempre revelam boas intenções.

Monero (XMR) é a criptomoeda com transações anônimas preferida pelo público

A pesquisa ouviu mil entrevistados que utilizam criptomoedas de privacidade. Segundo o resultado, a Monero foi o escolhida entre os entrevistados. Desse modo, 54% decidiram pela (XMR). Enquanto isso, 27% dos usuários decidiram pela Zcash como sua altcoin preferida quando o assunto é privacidade.

Já em terceiro lugar ficou a (DASH), que conseguiu apenas 19% dos votos dos usuários que participaram da entrevista. Contudo, o resultado reflete uma situação um pouco diferente no ranking das maiores criptomoedas do mercado.

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Enquanto a Monero (XMR) está em 13º lugar entre as maiores do mercado em capitalização, a DASH vem logo atrás, na 14ª posição. A Zcash (ZEC) fica em último neste caso, na 21ª posição respectivamente.

Com tecnologias diferentes, cada uma dessas altcoins procura trazer privacidade a suas transações ao seu modo. No caso da Monero (XMR), por exemplo, a criptomoeda consegue essa privacidade através de um mecanismo de prova de trabalho. Nesse caso, existe um registro das transações, não legível, porém público. O diferencial do sistema está em que pessoas não autorizadas não podem fornecer e ou acessar informações sobre as transações ali armazenadas.

Jornalista em trânsito, escritor por acidente e apaixonado por criptomoedas. Entusiasta do mercado, ouviu falar em Bitcoin em 2013, mas era que nem caviar, "nunca vi, nem comi, só ouço falar".
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