Assassinato em SP tem ligação com R$ 200 milhões em criptomoedas

Vinicius Golveia
Vinicius Golveia
Formado em sistema da informação pela PUC-RJ e Pós-graduado em Jornalismo Digital. Conhece o Bitcoin desde 2014, atuando como desenvolvedor de blockchain em diversas empresas. Atualmente...
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Bitcoin em meio a notas de dólar

Uma nova morte em São Paulo tem uma suposta ligação com R$ 200 milhões em criptomoedas que sumiram do PCC. A notícia foi dada pela emissora Record TV, que apurou as circunstâncias da morte de Django, apontado como um dos líderes do tráfico de drogas no estado.

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Ele foi morto no último domingo (23) com o caso sendo analisado pela polícia civil de São Paulo.

Outro líder do grupo foi assassinado recentemente e seu caso está sob análise pela polícia também. Esses casos são suspeitos de ter relação com um suposto esquema de lavagem de dinheiro.

Homem morto após R$ 200 milhões em criptomoedas sumirem

Um traficante de São Paulo foi encontrado morto pela polícia no último domingo, situação que começou a ser investigada. Após sua identificação, ficou claro que era Cláudio Marcos de Almeira, conhecido Django, líder do PCC.

Ele estava em liberdade e trabalhava para o grupo como operador de lavagem de dinheiro segundo investigações.

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O corpo foi encontrado embaixo do viaduto Vila Matilde, na zona leste de São Paulo. Como era um membro respeitado, ele foi estrangulado, e não morto por tiros, segundo o R7.

A sua morte foi encomendada pelo maior líder do grupo em São Paulo, que também é investigado pela Operação Sharks, deflagrada em 2020. No Brasil e países da região, o PCC é uma das maiores organizações do tráfico de drogas.

Sequência de mortes sob investigação

No final de dezembro, outro líder foi morto a tiros em São Paulo, operador internacional e líder do grupo. Este operador realizava a lavagem de dinheiro por várias formas, com prêmios da Mega-Sena e até criptomoedas.

Como R$ 200 milhões sumiram do PCC e ele não conseguiu identificar o local do dinheiro, acabou sendo morto a bordo de um carro com seu segurança.

Para a polícia, resta saber se os casos têm ligação com outras duas mortes, em que as vítimas foram decapitadas na cidade de Suzano e Cidade Tiradentes, ambas em São Paulo.

Outra hipótese

Segundo o Brasil Urgente, outra hipótese da morte de Django é que ele estava em guerra por mais poder dentro do grupo. Ele ficou três dias desaparecido até ter seu corpo encontrado.

Ele operava com o envio de droga para o exterior através do porto de Santos, mas com a morte de Anselmo em dezembro, o Magrelo, que era seu parceiro. O jornalista Datena acredita que o caso pode ser parte de uma série de extermínios na disputa pelo poder no PCC.

Formado em sistema da informação pela PUC-RJ e Pós-graduado em Jornalismo Digital. Conhece o Bitcoin desde 2014, atuando como desenvolvedor de blockchain em diversas empresas. Atualmente escreve para o Livecoins sobre assuntos de criptomoedas. Gosta de cultura POP / Geek. Se não estiver escrevendo notícias relevantes, provavelmente está assistindo alguma série.
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