Ripio e Polygon Labs buscam fortalecer o ecossistema cripto na América Latina

Vinicius Golveia
Vinicius Golveia
Formado em sistema da informação pela PUC-RJ e Pós-graduado em Jornalismo Digital. Conhece o Bitcoin desde 2014, atuando como desenvolvedor de blockchain em diversas empresas. Atualmente...
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Mão segurando celular com aplicativo da Polygon (MATIC)
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A Ripio, marca pioneira do setor cripto na América Latina com alcance de mais de 7 milhões de usuários e uma trajetória de quase dez anos no mercado, acaba de ser integrada ao protocolo Polygon PoS, para continuar desenvolvendo os serviços que oferece aos seus clientes.

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Agora, os usuários do ecossistema Polygon poderão usar os produtos do Ripio Portal – lançado na semana passada no Brasil, Uruguai, Colômbia e México -, Ripio Trade e Ripio Wallet. Além disso, a Ripio está desenvolvendo uma blockchain B2B com o suporte da Polygon Labs para este projeto.

Construir na Polygon permite que a comunidade Ripio se conecte a uma ampla variedade de protocolos Web3 e faça transações com taxas mais baixas do que na rede Ethereum. Por sua vez, a Polygon Labs procura seguir expandindo o uso da rede Polygon em toda a América Latina, e a Ripio oferece uma segunda opção de rede para seus usuários, de um ecossistema extremamente importante e reconhecido mundialmente.

Como a Polygon funciona e se diferencia da rede Ethereum?

A Polygon é um conjunto de diferentes soluções de dimensionamento, que visa melhorar o desempenho e a capacidade de resposta de uma das blockchains mais usadas do mundo: Ethereum.

Para isso, oferece transações mais rápidas, simples e baratas, aumentando a escalabilidade da rede.

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Além disso, permite que os usuários adicionem novos casos de uso sem perder a compatibilidade com o restante do ecossistema Ethereum DApps, razão pela qual os principais protocolos DeFi, marketplaces de NFTs e jogos play-to-win migraram rapidamente para esse ecossistema.

Casos de uso da Ripio e benefícios aos usuários

Ao integrar a rede Polygon aos produtos Ripio, os usuários terão acesso a protocolos de
mercado monetário como AAVE e Compound, na área de finanças descentralizadas; marketplaces de NFT como Opensea e Magic Eden e, também, as principais redes usadas para os jogos como Aavegotchi, Decentraland e The Sandbox.

A chave de acesso para este mundo é o Ripio Portal: a carteira multichain Web3 que suporta diferentes redes blockchain como Ethereum e Polygon. Para utilizá-lo é necessário instalar uma extensão ao navegador web (Google Chrome, Firefox e Brave) que permite todos os usuários Ripio se conectarem ao universo Web3, simplificando e agilizando o uso de aplicativos e produtos descentralizados.

Nesta carteira é possível comprar, vender, receber, enviar, trocar tokens e criptoativos por meio de transações e validações mais simples, rápidas e fáceis. E mais, é possível armazenar criptoativos e tokens fungíveis como stablecoins ou altcoins, NFT e acessar jogos play-to-earn.

“O fato de uma empresa líder global como a Polygon Labs confiar na Ripio para fortalecer e contribuir para o desenvolvimento do ecossistema cripto na América Latina nos enche de orgulho e aumenta nosso desejo de continuar lutando por um futuro descentralizado. Estamos comprometidos com nossos usuários e buscamos todos os dias facilitar o acesso ao mundo cripto para o maior número possível de pessoas e instituições. E fazer isso em parceria com a Polygon é um componente chave para o nosso produto Ripio Portal, que lançamos há alguns dias no Brasil, Uruguai, Colômbia e México e no ano passado lançamos na Argentina. Queremos simplificar o acesso à Web3, que sem dúvida será o futuro”, disse Sebastián Serrano, CEO e co-fundador da Ripio.

“Esta parceria é um passo fundamental em nossa missão de expandir o uso da rede Polygon em toda a América Latina”, disse Hamzah Khan, chefe de DeFi da Polygon Labs. “Ao integrar com o protocolo Polygon, os usuários do Ripio terão acesso a uma gama mais ampla de protocolos Web3 e poderão desfrutar de transações mais rápidas e baratas”, complementa.

Formado em sistema da informação pela PUC-RJ e Pós-graduado em Jornalismo Digital. Conhece o Bitcoin desde 2014, atuando como desenvolvedor de blockchain em diversas empresas. Atualmente escreve para o Livecoins sobre assuntos de criptomoedas. Gosta de cultura POP / Geek. Se não estiver escrevendo notícias relevantes, provavelmente está assistindo alguma série.
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