Na atual crise, Banco Central é o melhor amigo do Bitcoin, diz Forbes

Matheus Henrique
Matheus Henrique
Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias...
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Uma das principais narrativas que foi adotada pelos defensores do Bitcoin nos últimos anos foi justamente que a moeda é uma importante reserva de valor. Com a crise do coronavírus e com os bancos centrais imprimindo quantias absurdas de dinheiro, essa narrativa ganha ainda mais força e, curiosamente, coloca os bancos centrais como os melhores amigos do Bitcoin.

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Recentemente, Clem Chembers, famoso colunista da Forbes, compartilhou das suas visões sobre o mercado, dizendo que a atual situação econômica servirá como um grande auxílio para o preço da maior criptomoeda do mundo.

“Com o halving ficando para trás, o preço deve passar dos US$ 10 mil logo. O Banco Central Americano (FED) disse que vai continuar fazendo o que for necessário para ajudar o governo a gastar o quanto for necessário”.

Então qual moeda você deveria guardar enquanto a Europa está imprimindo (dinheiro) e o Japão está também e a China está também e assim por diante…”

Assim, Chembers acredita no que muitos outros estão apostando que será o caminho que a economia vai seguir.

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Quando a inflação atinge níveis históricos, o dinheiro fiduciário começa a não valer nada.
Quando a inflação atinge níveis históricos, o dinheiro fiduciário começa a não valer nada.

Banco Central americano imprime dinheiro sem controle

Apenas para lidar com a atual crise do coronavírus, os EUA já gastou mais de US$ 8 trilhões. Todo esse valor sendo injetado no mercado é um forte sinal de desvalorização do dólar, já que é uma oferta absurda.

O fato de o FED ser um “amigo” do Bitcoin é algo que já pode ser sentido no preço do ativo digital. Não é incomum movimentações de valorização no preço do Bitcoin em relação aos comunicados de mais injeção de dinheiro na economia por parte do governo.

Vale notar que, por enquanto, o dólar não está sentindo tanto esse aumento de oferta porque muitos outros países estão comprando grandes quantidades da moeda fiduciária.

No entanto, uma hora o mercado volta para cobrar o preço dessas impressões descontroladas.

É justamente nesse futuro próximo que muitos, como o próprio colunista da Forbes, acreditam que teremos uma valorização das reservas de valores como o já consolidado ouro e a prata e o inovador Bitcoin.

O Banco central trabalhando a favor do Bitcoin

Excesso de dinheiro impresso por bancos centrais
Excesso de dinheiro impresso por bancos centrais

Nesse período pós-halving, o Bitcoin não sofreu nenhum tipo de dano que possa quebrar essa narrativa de valorização ou tirar o otimismo dos muitos investidores. Isso continua demonstrando que a demanda pode continuar aumentando, enquanto a oferta das moedas fiduciárias continua a aumentar a oferta.

Enquanto o dólar pode não estar sentindo a pressão da oferta descontrolada (no momento) no Real podemos sentir o quando ele está desvalorizado em relação ao Dólar. Por exemplo, quem comprou Bitcoin antes dessa crise, em reais, pode não ter feito lucros grandiosos até agora, mas com certeza manteve o valor do seu dinheiro com mais eficiência do que em relação à poupança.

Enquanto esse não é um artigo para incentivar o investimento em Bitcoin, é importante diversificar o máximo possível em reservas de valores em meio à tempos tão incertos.

Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias disponíveis no mercado. Interessado no Bitcoin, na blockchain e nos avanços da descentralização e seus casos de uso.
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